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Ana Sofia Vítor, 30 anos


Health Coach, pelo Institute for Integrative Nutrition

Técnica de Nutrição, pelo Instituto Profissional dos Estudos da Saúde

Sou apaixonada pela vida, pelo mar e pelos sabores da terra e acredito piamente que a vida, mesmo com limites, continua a ser uma aventura gigante, da qual não devemos abdicar.

Cresci com esta fé, até ao momento em que, já depois de mulher feita e lançada no mercado de trabalho, senti na pele os limites do corpo. Sempre fui ‘franzina” – como diz quem me conhece desde pequena – mas nunca me preocupei verdadeiramente com a saúde do meu corpo. Acho que nunca nos preocupamos verdadeiramente quando somos jovens e achamos que podemos tudo…. Por isso, durante muito tempo, desvalorizei a fadiga constante que sentia. Desculpava-a sempre com as noites mal dormidas, o empenho no trabalho, as saídas com os amigos… mas a fadiga persistia e às tantas, percebi que, sendo jovem, não deveria sentir o peso do cansaço. Na Primavera de 2018 fiquei a saber que tinha uma anemia. Depois de mais de um ano de consultas, suplementos de ferro que não funcionavam, análises e mais consultas e muita ansiedade… lá chegou, por fim, o diagnóstico: sofria de doença celíaca.

Confesso que sabia pouco sobre esta patologia autoimune, mas nunca imaginei que seria tão difícil conhecer mais. Não encarei o diagnóstico como um drama, mas estava longe de imaginar que teria de estudar e investigar tanto para evitar render-me à ideia que lidar com ela seria uma fatalidade.

Foi preciso mais de ano para a entender e perceber como viver com ela. Dediquei-lhe horas e horas de estudo, de leituras, de formações para descobrir mais sobre os alimentos que podia comer, como os podia comer, sobre os novos hábitos que deveria adquirir, sobre como continuar a viver com a segurança de que o que fazia não me prejudicaria. E ainda hoje continuo a aprender.


Foi nesta busca intensiva por mais informação e por mudanças que pudesse aplicar na minha vida que descobri o Institute for Integrative Nutrition de Nove Iorque. Embarquei na aventura de tirar a certificação de health coaching em plena pandemia. Comecei com ideia de aprender mais para viver melhor, mas rápido percebi que queria espalhar esta mensagem pelo mundo e ajudar os outros a viverem um estilo de vida mais saudável, equilibrado e que sustente aquilo que sonham fazer com o seu tempo nesta Terra.


Mudar hábitos de anos é um desafio gigante, mas, muitas vezes basta ter alguém que nos dê a mão, ilumine o caminho e nos mostre em que ordem dar os passos. Foi isso que comecei a fazer com as minhas primeiras clientes, atendidas ao fim-de-semana e finais de dia, depois do meu trabalho.


Quantas mais pessoas atendia, mais percebia que o trabalho que fazia com elas tinha impacto na sua vida, capacitava-as a fazer diferente e emponderava-as para viverem mais tranquilamente, comerem de forma mais nutritiva, movimentarem-se mais no seu dia-a-dia, dormirem melhor. E que tudo isso lhes dava energia e vitalidade para se entregarem aos projetos e pessoas que mais amam.

Estava a ajudá-las a fazer aquilo que eu já tinha feito: reorganizei-me, reinventei-me e não me rendi a viver na sombra de uma doença. Aprendi a viver com limites, mas com a liberdade de continuar a viver.

E por isso, hoje também aqui estou nesta missão de ajudar outros, a tomar a sua saúde nas suas mãos e a viver a melhor versão da sua vida.


Viver saudável foi a melhor coisa que me aconteceu e, por isso, costumo dizer que descobrir a minha doença foi uma bênção. Alertou-me para ouvir o corpo e cuidar-me. Nunca tive tanta energia, nunca tive tanto foco e concentração, nunca tive tanta vitalidade e, nunca antes, me senti tão viva. E tudo porque aprendi a tirar partido do que, à partida, seriam limites na minha vida.  

E tu também podes! Podes transformar os teus limites e obstáculos em mais saúde!

Estás pront@?

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